terça-feira, 15 de novembro de 2011

Em cargos influentes









Mais de 80 maçons em cargos influentes

“Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho, líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta.” Estudo publicado no Diário de Notícias
Nos meus tempos da Escola Prática de Infantaria era frequente aparecerem ratazanas, sabia-se que o “calhau” (edifício do quartel) estava infestado dessa praga. Onde se vê uma ratazana existem 50. Sem pretender comparar o incomparável e apenas para efeitos de estimativa de cálculo pode-se utilizar esta relação de 1 em 50. 80 x 50 = 4000 (mais de 80, sem dúvida) . Se atendermos que nesses cargos os “influentes” auferem super vencimentos da ordem dos 200 000 € / mês, em média, então 4000 x 200000 = 800 000 000 € (oitocentos milhões de euros / mês). Ou seja 11 200 000 000 € / ano (11,2 mil milhões de euros / ano). E por aqui começa-se a ter uma noção da influência dos “influentes” nos cofres do estado. Se a maçonaria está estruturada ou não “como central para a tomada do poder” (António Reis ex grão mestre do GOL), isso é conversa de treta. Os maçons estão no poder. Põem e dispõem daquilo que não lhes pertence. Gastam muito mais daquilo que podem. Demasiadas, muitas vezes desnecessárias e sempre muito dispendiosas obras públicas habitualmente são “adjudicadas” as mesmas empresas onde figuram empresários “influentes”. O segredo é a alma do negócio e para isso a “organização [tem de ser] semi-secreta” (DN) . Mais correctamente dizendo, a alma do negócio tem sido a mentira. Nunca nenhum “influente” no poder disse nada como : “ a obra vai custar 10 mil milhões, não terá grande utilidade, prevê-se que depois de inaugurada vá dar um prejuízo de 2 milhões por ano, vamos ter de pedir o dinheiro emprestado e a obra já foi adjudicada à empresa do nosso ilustre camarada maçom fulano tal…” Aquilo que o poder diz é “ a obra é indispensável para o progresso do país e tem de ser feita e vai ser feita, isto não é nosso mas quem manda aqui somos nós “ E este é um segundo tipo de influência exercida pelos “influentes” sobre os cofres do estado (bem pior que o primeiro). Uma enorme dívida pública, que é já da ordem dos 100 % do PIB e vai agravar. Só pode agravar. E aqui é preciso contabilizar um 3º tipo de influência (esta bem pior que o segunda). A destruição do sector produtivo nacional. Inviabilizando a produção agrícola, as propriedades rurais ficam ao abandono, com elevados impostos e pagando a energia mais cara do mundo a indústria não consegue ter competitividade e as fabricas vão à falência e os comerciantes vão fechando as suas lojas. A classe média vai desaparecendo. Por dia aparecem em média 17 novas famílias a pedir ajuda à Caritas Portuguesa, antes pertenciam à classe média. Para uns a crise de outros representa apenas mais oportunidades de enriquecimento. Património público, empresas públicas, património de particulares incluíndo muito ouro, tudo isso está a ser vendido a baixo preço. Cada vez mais farequentemente se ouvem frases do tipo “ país está a saque”. Sem corrupção seria tão rico como a Finlândia.









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