
Mais de 80 maçons em cargos influentes
“Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho, líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta.” Estudo publicado no Diário de Notícias
Nos meus tempos da Escola Prática de Infantaria era frequente aparecerem ratazanas, sabia-se que o “calhau” (edifício do quartel) estava infestado dessa praga. Onde se vê uma ratazana existem 50. Sem pretender comparar o incomparável e apenas para efeitos de estimativa de cálculo pode-se utilizar esta relação de 1 em 50. 80 x 50 = 4000 (mais de 80, sem dúvida) . Se atendermos que nesses cargos os “influentes” auferem super vencimentos da ordem dos 200 000 € / mês, em média, então 4000 x 200000 = 800 000 000 € (oitocentos milhões de euros / mês). Ou seja 11 200 000 000 € / ano (11,2 mil milhões de euros / ano). E por aqui começa-se a ter uma noção da influência dos “influentes” nos cofres do estado. Se a maçonaria está estruturada ou não “como central para a tomada do poder” (António Reis ex grão mestre do GOL), isso é conversa de treta. Os maçons estão no poder. Põem e dispõem daquilo que não lhes pertence. Gastam muito mais daquilo que podem. Demasiadas, muitas vezes desnecessárias e sempre muito dispendiosas obras públicas habitualmente são “adjudicadas” as mesmas empresas onde figuram empresários “influentes”. O segredo é a alma do negócio e para isso a “organização [tem de ser] semi-secreta” (DN) . Mais correctamente dizendo, a alma do negócio tem sido a mentira. Nunca nenhum “influente” no poder disse nada como : “ a obra vai custar 10 mil milhões, não terá grande utilidade, prevê-se que depois de inaugurada vá dar um prejuízo de 2 milhões por ano, vamos ter de pedir o dinheiro emprestado e a obra já foi adjudicada à empresa do nosso ilustre camarada maçom fulano tal…” Aquilo que o poder diz é “ a obra é indispensável para o progresso do país e tem de ser feita e vai ser feita, isto não é nosso mas quem manda aqui somos nós “ E este é um segundo tipo de influência exercida pelos “influentes” sobre os cofres do estado (bem pior que o primeiro). Uma enorme dívida pública, que é já da ordem dos 100 % do PIB e vai agravar. Só pode agravar. E aqui é preciso contabilizar um 3º tipo de influência (esta bem pior que o segunda). A destruição do sector produtivo nacional. Inviabilizando a produção agrícola, as propriedades rurais ficam ao abandono, com elevados impostos e pagando a energia mais cara do mundo a indústria não consegue ter competitividade e as fabricas vão à falência e os comerciantes vão fechando as suas lojas. A classe média vai desaparecendo. Por dia aparecem em média 17 novas famílias a pedir ajuda à Caritas Portuguesa, antes pertenciam à classe média. Para uns a crise de outros representa apenas mais oportunidades de enriquecimento. Património público, empresas públicas, património de particulares incluíndo muito ouro, tudo isso está a ser vendido a baixo preço. Cada vez mais farequentemente se ouvem frases do tipo “ país está a saque”. Sem corrupção seria tão rico como a Finlândia.
“Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho, líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta.” Estudo publicado no Diário de Notícias
Nos meus tempos da Escola Prática de Infantaria era frequente aparecerem ratazanas, sabia-se que o “calhau” (edifício do quartel) estava infestado dessa praga. Onde se vê uma ratazana existem 50. Sem pretender comparar o incomparável e apenas para efeitos de estimativa de cálculo pode-se utilizar esta relação de 1 em 50. 80 x 50 = 4000 (mais de 80, sem dúvida) . Se atendermos que nesses cargos os “influentes” auferem super vencimentos da ordem dos 200 000 € / mês, em média, então 4000 x 200000 = 800 000 000 € (oitocentos milhões de euros / mês). Ou seja 11 200 000 000 € / ano (11,2 mil milhões de euros / ano). E por aqui começa-se a ter uma noção da influência dos “influentes” nos cofres do estado. Se a maçonaria está estruturada ou não “como central para a tomada do poder” (António Reis ex grão mestre do GOL), isso é conversa de treta. Os maçons estão no poder. Põem e dispõem daquilo que não lhes pertence. Gastam muito mais daquilo que podem. Demasiadas, muitas vezes desnecessárias e sempre muito dispendiosas obras públicas habitualmente são “adjudicadas” as mesmas empresas onde figuram empresários “influentes”. O segredo é a alma do negócio e para isso a “organização [tem de ser] semi-secreta” (DN) . Mais correctamente dizendo, a alma do negócio tem sido a mentira. Nunca nenhum “influente” no poder disse nada como : “ a obra vai custar 10 mil milhões, não terá grande utilidade, prevê-se que depois de inaugurada vá dar um prejuízo de 2 milhões por ano, vamos ter de pedir o dinheiro emprestado e a obra já foi adjudicada à empresa do nosso ilustre camarada maçom fulano tal…” Aquilo que o poder diz é “ a obra é indispensável para o progresso do país e tem de ser feita e vai ser feita, isto não é nosso mas quem manda aqui somos nós “ E este é um segundo tipo de influência exercida pelos “influentes” sobre os cofres do estado (bem pior que o primeiro). Uma enorme dívida pública, que é já da ordem dos 100 % do PIB e vai agravar. Só pode agravar. E aqui é preciso contabilizar um 3º tipo de influência (esta bem pior que o segunda). A destruição do sector produtivo nacional. Inviabilizando a produção agrícola, as propriedades rurais ficam ao abandono, com elevados impostos e pagando a energia mais cara do mundo a indústria não consegue ter competitividade e as fabricas vão à falência e os comerciantes vão fechando as suas lojas. A classe média vai desaparecendo. Por dia aparecem em média 17 novas famílias a pedir ajuda à Caritas Portuguesa, antes pertenciam à classe média. Para uns a crise de outros representa apenas mais oportunidades de enriquecimento. Património público, empresas públicas, património de particulares incluíndo muito ouro, tudo isso está a ser vendido a baixo preço. Cada vez mais farequentemente se ouvem frases do tipo “ país está a saque”. Sem corrupção seria tão rico como a Finlândia.
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